Essa coluna é uma produção independente e não representa a opinião do veículo de comunicação
VIVA A ESTUPIDEZ HUMANA I
Não tenho aversão aos que buscam nos ‘búzios’, ‘tarôs’, ‘cartas’ e afins a previsão e, principalmente, a solução para os seus problemas ou prejudicar alguma pessoa. Também não sinto raiva. Nem pena.
Pensei um tempo e conclui que o sentimento é de vergonha por ser um ser humano e saber que seres semelhantes a mim realizam essas baboseiras. E não pensem que é só o povão que procura ajuda com esses charlatões. Muitas pessoas abastadas também recorrem a esse método macabro.
VIVA A ESTUPIDEZ HUMANA II
É lamentável que pessoas, incluindo as esclarecidas, estudadas e inteligentes, recorram a esse método macabro, enganoso e covarde, pois, pelos comentários, em vários casos animais inocentes são sacrificados para a prática do suposto ‘ritual macabro’.
E, dependendo do ‘despacho’, os preços que pagam são vultuosos. Os que praticam essas barbaridades são charlatões. Mentirosos. Ludibriadores. Enganadores. Trata-se de gente do mal. Gentalha. Deveriam estar na cadeia.
VIVA A ESTUPIDEZ HUMANA III
Isso há muito tempo deveria ser proibido. E os ‘profetas de araque’ presos. Isso é crime. Esse tipo de gentinha roubam o oxigênio que respiramos.
Entendo que seria mais inteligente, nobre e eficaz recorrer a Deus. Tenho certeza que Ele ficaria muito feliz. E sua felicidade iria se elevar se o dinheiro gasto nessas bobagens fosse utilizado para ajudar pessoas pobres.
É ISSO QUE DÁ
Por vezes lembro de certas pessoas e penso: “Um preservativo teria evitado tanta coisa”.
SELVÁTICO E IGNORANTE
Se eu tivesse um botequim, contrataria o Ciro Gomes pra lavar os copos e servir pinga.
‘VAMOS LÁ’
A mentira escancarada. Manjada. De cara lavada. Mal estruturada, porém acreditada por mal esclarecidos. Empobrecidos. Vencidos. Entorpecidos. Vendidos.
Nada a declarar. Lamentar apenas com o olhar. Acordar sem se levantar. Nem almoçar. Muito menos jantar. O velho jeito de andar. Cantar para espantar o azar. Rezar na esperança de melhorar.
Dizer. Fazer. Desfazer. Desfalecer. Benzer. “A ilusão do prazer”. Sobreviver.
FRASES
-“Se o trabalho é saúde, que trabalhem os doentes”.
- “Queria ser pobre um dia na vida, porque ser todo dia é difícil”.
-“A pressa é inimiga da conexão de internet”.
- “O importante não é ganhar, é fazer o outro perder”.
- “Devo tanto que, se eu chamar alguém de ‘meu bem’, o Banco toma”.
- “Se tempo fosse dinheiro, meu relógio seria milionário”.
-“Se a vida lhe der limões, devolva e peça ‘chocolates’”
SE LIGA
Se um amigo se afasta de você - e há várias formas de demostrar o ‘afastamento’ – é óbvio que ele não deseja mais sua amizade. Independente se tem ou não motivo.
Aceite. Jamais o procure para questioná-lo sobre a atitude dele. E, ademais, ninguém é obrigado a simpatizar com ninguém.
SE BEBER FIQUE LONGE DO CELULAR
O cara chega em casa às 03h45. Cambaleado. Tomou todas e mais um pouco. Foi na madruga de sábado para domingo. Ao invés de ir dormir resolveu continuou a farra. Ele mora sozinho.
Do nada resolve enviar o link da música ‘Eu Tenho Uma Camiseta Escrita eu Te Amo’ do muito louco Wander Wilder. A letra não é das melhores. Detalhe: escolheu a pior versão da canção.
O destino era para sua ex-namorada. Mas estava tão pirado que enviou para a penúltima ex e não a última.
FAÇA O BÁSICO
Desde que as pessoas começaram a lutar por um mundo melhor só aumentou o número e a intensidade das desgraças.
Moral da história: aprenda a arrumar a SUA cama, lavar a SUA louça e limpar a SUA cozinha. Agindo desta forma já terá contribuído significativamente para um mundo melhor.
FATO
Em tempo: Ouvir um ignorante já é terrível. Pior só quando a pessoa consegue conciliar ignorância com arrogância.
TRISTE CONSTATAÇÃO
São tantas as discrepâncias de valores e princípios que regem o nosso cotidiano que o conceito de justiça se torna insuficiente para definir e impor dignidade e ética de uma sociedade.
PRODUÇÃO ECONÔMICA
Gostaria de lembrar que o objetivo da produção econômica é trabalhar menos para ganhar mais. Ou em síntese: produzir mais e melhor com menor custo.
E COMO DISSE O ILUSTRE (o cafajeste)
Não precisa ser Moacir para ser franco.
HÁ DEZ ANOS
Com a falta de combustível – e todo mundo se precavendo – todo dia, em São Miguel, pelo menos no trânsito, parece domingo.
HÁ 20 ANOS
Às vezes me questiono o motivo de tantas rótulas em São Miguel. Não precisa pensar muito. É simples. É que a maioria dos motoristas - eles e elas – não respeitam as leis do trânsito. As cenas que acontecem nas rotatórias são dignas de circo.
O SOM
“Nada chega para aqueles que esperam. O tempo está correndo para fora da porta que você está entrando”. Parte da letra de ‘Nothing Lasts Forever’ - Echo & The Bunnymen.
Traga a família, convide os amigos e compartilhe momentos inesquecíveis nas telonas do Cine Peperi.
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Capitão América: Admirável Mundo Novo
SINOPSE
Capitão América: Admirável Mundo Novo é o próximo filme do famoso herói da Marvel. Desta vez, o filme dá continuidade à minissérie de televisão Falcão e o Soldado Invernal, onde o escudo está nas mãos de Sam Wilson (Anthony Mackie), após Steve Rogers (Chris Evans) o entregar em Vingadores: Ultimato. Durante a série, Sam aceita seu dever como o novo Capitão América ao lado de Bucky Barnes (Sebastian Stan). Admirável Mundo Novo compõe a Fase Cinco do Universo Cinematográfico Marvel (UCM).O enredo promete explorar os desafios e responsabilidades de Wilson em seu novo papel, enquanto enfrenta novas ameaças e aliados inesperados. A direção está a cargo de Julius Onah, conhecido por seu trabalho em The Cloverfield Paradox, e o roteiro foi escrito por Malcolm Spellman, que também foi o showrunner de Falcão e o Soldado Invernal.
FICHA TÉCNICA
Duração: 135 minutos
Gênero: Ação
Companhia: Walt Disney
Elenco: Anthony Mackie, Tim Blake Nelson, Shira Haas
SINOPSE
Metade humano, metade cão. O Homem-Cão nasce depois de um acidente entre um policial humano e seu fiel cachorro de estimação durante uma operação. Uma operação para salvar a vida dos dois realiza a fusão do corpo de um com a cabeça do outro. Sob essa nova identidade, o homem-cão vira então um protetor da cidade e precisa parar os planos de destruição do malvado gato e supervilão Pepê. Pronto para criar uma versão sua em miniatura, o pequeno Pepezinho, e duplicar sua capacidade criminosa, o gato, porém, perde o controle da situação e acaba precisando se unir com o homem-cão. Os dois precisam, então, correr contra o tempo para salvar o pequeno gatinho das garras de um inimigo em comum. Baseado na série de livros de sucesso de Dav Pilkey, Homem-Cão se transforma no herói que precisa ser e descobre o poder da família em meio a aventuras eletrizantes.
FICHA TÉCNICA
Classificação: Livre
Duração: 123 minutos
Gênero: Animação
Companhia: Universal
Elenco: Pete Davidson, Lil Rel Howery, Stephen Root
SINOPSE
Ainda Estou Aqui é uma adaptação cinematográfica do livro autobiográfico de Marcelo Rubens Paiva, que narra a emocionante trajetória de sua mãe, Eunice Paiva, durante a ditadura militar no Brasil. Ambientada em 1970, a história retrata como a vida de uma mulher comum, casada com um importante político, muda drasticamente após o desaparecimento de seu marido, capturado pelo regime militar. Forçada a abandonar sua rotina de dona de casa, Eunice (Fernanda Torres/Fernanda Montenegro) se transforma em uma ativista dos direitos humanos, lutando pela verdade sobre o paradeiro de seu marido e enfrentando as consequências brutais da repressão. O filme explora não apenas o drama pessoal de Eunice, mas também o impacto do regime militar na vida de milhares de famílias brasileiras, destacando o papel das mulheres na resistência. Com uma narrativa profunda e sensível, Ainda Estou Aqui traz à tona questões de perda, coragem e resiliência, enquanto revisita um dos períodos mais sombrios da história do Brasil. A obra é um tributo à força de Eunice Paiva, que, contra todas as adversidades, se torna uma figura central na luta pelos direitos humanos no país.
FICHA TÉCNICA
Classificação: 14 anos
Duração: 135 minutos
Gênero: Drama
Companhia: Columbia Pictures
Elenco: Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, Selton Mello